Acarreta prejuízos no próprio ambiente de trabalho, porque faz com o que o
empregado diminua
a produtividade, tenha dificuldade de integração e interação com os colegas, o que gera um
déficit para o empregador.
Os sintomas apresentados pelas vítimas de assédio moral são os mais diversos e variam de
acordo com a intensidade e a duração da agressão.
As consequências podem ser divididas em consequências da fase de enredamento, as
consequências específicas e as consequências em longo prazo.
As consequências em fase de enredamento podem ser interpretadas quando a vítima do terror
psicológico tiver saído parcialmente do enredamento inicial e estiver compreendendo a
manipulação. Normalmente acontecem renúncia, confusão psicológica, dúvida, estresse, medo e
isolamento da vítima.
As consequências específicas geram também estresse, mas há um acréscimo de ansiedade,
depressão, distúrbios psicossomáticos, desilusão, vergonha e humilhação, além de perda de
sentido e modificações psíquicas. São mais graves e podem gerar doenças psíquicas.
Por fim, as consequências em longo prazo podem ser percebidas através do choque,
descompensação, separação e também evolução, quando a vítima consegue se livrar das
dependências psicológicas do assediador.
Sob o ponto de vista econômico, o custo do assédio moral é elevado porque ele faz com que
trabalhos realizados sejam desperdiçados, a marca de produtos e serviços sejam afetados e a
produtividade seja prejudicada.
Custos diretos
Despesas com indenizações: Se a empresa for condenada em uma ação judicial, pode ser
obrigada a pagar indenizações à vítima ou às vítimas. O valor da indenização pode variar de
acordo com a gravidade do assédio e o tempo de duração do problema.
Despesas com processos judiciais: A empresa também pode ter que arcar com custos
relacionados aos processos judiciais, como honorários advocatícios e custos de litígio.
Além disso, os custos administrativos associados às investigações internas e à resolução do
problema podem ser altos.
Custos indiretos
Perda de produtividade: O assédio moral pode levar a problemas de saúde e absenteísmo dos
funcionários afetados. Os trabalhadores assediados podem não ter motivação para trabalhar, o
que pode levar a uma queda na produtividade. Isso pode levar a uma perda de receita e
atrasos em projetos.
Custos com substituição de funcionários: O assédio moral pode levar à saída de funcionários.
A substituição desses trabalhadores pode ser um processo demorado e caro, já que envolve a
realização de novas contratações e treinamento de novos funcionários.
Além disso, a rotatividade de funcionários pode afetar negativamente a moral da equipe, o
que pode levar a uma perda de produtividade.
Antes de saber enfrentar, pracisa-se saber que está sofrendo o assédio. Muitas das vezes quem sofre
nem percebe que é assédio, mas sabe que está mal por aquilo, então deve observar todas as situações
que o deixa mal, que te faz se sentir vulnerável e que te desestabiliza.
Após descobrir oque
esta sofrendo, deve buscar ajuda para si próprio e denunciar o assediador, não deve se calar perante
a autoridade do mesmo, deve
se impor e buscar a ajuda necessária para enfrentar oque está sentindo e enfrentar quem te faz
sentir desta forma.
Caso não seja você que esteja sofrendo, porém observa alguem sofrer,
ajude-o, pois é inumano presenciar uma situação desta e não buscar ajudar a vítima, caso ocorra é
necessario que outros se envolvam para ajudar o próximo e todos a sua volta, então busque conversar
com a vítima e mostrar que não deve se calar perante a situação, que deve buscar ajuda, não aceitar
o ocorrido e denunciar o agressor.
Se você está passando por uma situação de assédio moral, lembre-se de que não está sozinho. Existem diversas organizações e profissionais prontos para ajudar. Procure apoio em grupos de suporte, conselheiros ou terapeutas que possam oferecer orientação e suporte emocional. Denunciar o assédio também é um passo importante para proteger a si mesmo e aos outros.
O CVV (Centro de Valorização da Vida) é uma organização sem fins lucrativos que tem como principal objetivo oferecer apoio emocional e prevenção ao suicídio. Fundado em 1962, em São Paulo, o CVV é composto por voluntários treinados para ouvir, acolher e conversar com pessoas que estejam passando por momentos difíceis, de solidão, angústia, ansiedade ou desesperança.